Elogio ao Guia Genial II
Elaborei um plano para solucionar definitivamente o caso Varig, evitando o uso de dinheiro público. Na verdade, haveria algum gasto inicial, mas a idéia é justamente criar as condições para que isto não se repita no futuro.
Eu não deveria fazer esta confidência, mas meu projeto está neste exato momento em avaliação pela Casa Civil da Presidência da República.
A grande virtude do "plano Arranhaponte" (como já vem sendo informalmente chamado) para a Varig é a simplicidade. Consiste basicamente em três pontos:
1) Intensos bombardeios com napalm e bombas inteligentes dos hangares, aeronaves, escritórios e instalações em geral da Varig, com particular fúria no caso da Fundação Ruben Berta
2) Tomada geral do que restar, com a ordem expressa de não fazer prisioneiros
3) Salgar a terra onde um dia vicejou a extinta empresa aérea
P.S: Admito desde já que o plano não é perfeito, e estou aberto a críticas. Um consultor conhecido, depois de ler o projeto, previu que, se medidas mais drásticas não forem tomadas, a Varig voltará com força total em menos de um ano depois da aplicação do "plano Arranhaponte", com redobrada ameaça aos cofres públicos. Comentários e sugestões de aperfeiçoamentos são bem-vindos
P.S2: Talvez devêssemos poupar os aviões, para pagar os credores. Como a maioria das aeronaves não deve ter sido paga, porém, provavelmente elas teriam que retornar aos fabricantes. E quem vende fiado para a Varig não merece receber avião de volta. Pensando bem, caso haja credores entre os sultanatos e emirados do Oriente Médio, talvez fosse o caso também de preservar uma ou outra aeromoça mais gostosa, para quitação de dívidas
Eu não deveria fazer esta confidência, mas meu projeto está neste exato momento em avaliação pela Casa Civil da Presidência da República.
A grande virtude do "plano Arranhaponte" (como já vem sendo informalmente chamado) para a Varig é a simplicidade. Consiste basicamente em três pontos:
1) Intensos bombardeios com napalm e bombas inteligentes dos hangares, aeronaves, escritórios e instalações em geral da Varig, com particular fúria no caso da Fundação Ruben Berta
2) Tomada geral do que restar, com a ordem expressa de não fazer prisioneiros
3) Salgar a terra onde um dia vicejou a extinta empresa aérea
P.S: Admito desde já que o plano não é perfeito, e estou aberto a críticas. Um consultor conhecido, depois de ler o projeto, previu que, se medidas mais drásticas não forem tomadas, a Varig voltará com força total em menos de um ano depois da aplicação do "plano Arranhaponte", com redobrada ameaça aos cofres públicos. Comentários e sugestões de aperfeiçoamentos são bem-vindos
P.S2: Talvez devêssemos poupar os aviões, para pagar os credores. Como a maioria das aeronaves não deve ter sido paga, porém, provavelmente elas teriam que retornar aos fabricantes. E quem vende fiado para a Varig não merece receber avião de volta. Pensando bem, caso haja credores entre os sultanatos e emirados do Oriente Médio, talvez fosse o caso também de preservar uma ou outra aeromoça mais gostosa, para quitação de dívidas



2 Comments:
A Varig já usou até o Gerald Thomas contra a população brasileira. Por muito menos, o Bush teria ordenado um ataque de retaliação. As Forças Armadas estão esperando o quê? Que a Fundação Ruben Berta envenene a rede de água? Que comece a tocar samba enredo nos aeroportos?
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O insone, at 7:14 PM
Acho que o emprego bélico de Gerald Thomas viola de alto a baixo a Convenção de Genebra - não dá para combater civilizadamente um inimigo que lança mão de armas tão ignóbeis
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F. Arranhaponte, at 2:30 AM
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