Saúde sueca fracassa
SISTEMA DE SAÚDE SUECO NÃO ACABOU COM DOENÇA
23 de março de 2006
Ingrid Stökke
Estocolmo (Scandinavian News) - O governo social-democrata do primeiro-ministro Olaf Trölla pode cair a qualquer momento, depois que uma comissão de notáveis organizada pelo parlamento sueco concluiu que oito décadas do sistema nacional de saúde não reduziram significativamente a incidência de doenças no país. Comparado com os Estados Unidos, onde a a saúde é privada, os suecos continuam a ter índices semelhantes de câncer, doenças cardíacas, e mesmo enfermidades leves, como resfriados e problemas gástricos. Segundo o relatório final da Comissão, que provocou furor na opinião pública da Suécia, "apesar de o país ter o sistema público de saúde mais abrangente e caro do mundo desenvolvido, os suecos continuam a ficar doentes, como ocorre em países que investiram muito menos nesta área".
DISTRIBUIÇÃO DE DINHEIRO NÃO ACABA COM MISÉRIA
23 de março de 2006
Chico Otavio
(O Globo) - O dinheiro empregado em programas públicos de transferência de renda no Brasil está chegando às mãos de quem precisa, mas fazer parte da lista de quase 39 milhões de brasileiros favorecidos por eles ainda não significou estar livre da miséria. A primeira pesquisa do IBGE sobre o assunto, divulgada ontem, mostrou que 38% dos jovens de 15 a 17 anos e 36% das pessoas acima dos 60 anos de famílias favorecidas pelos programas estavam trabalhando para reforçar a renda doméstica.
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UGANDA NÃO TRATA 50% DOS PORTADORES DE HIV-AIDS
23 de março de 2006
Ologosambo Olekeé
Lagos (African Press) - Motins populares foram dispersos hoje à bala em Kampala, capital da Uganda, depois que o governo reconheceu que 50% dos portadores de HIV-Aids no país africano não recebem tratamento anti-retroviral. Uma multidão enfurecida tentou invadir o palácio do governo, e entrou em confronto com a polícia, com um saldo de 13 mortos. O governo do presidente Idi Amon RaRa prometeu suspender em poucos dias o tratamento da parcela de 50% dos ugandenses com HIV-Aids que recebe anti-retrovirais, corrigindo a injustiça, e deixando a população inteiramente sem acesso aos medicamentos, como a maior parte dos países africanos. Uganda foi pioneira em oferecer remédios gratuitos para a população com Aids, e, com ajuda internacional, elevou de zero para 50% a cobertura em dois anos. Agora, porém, sob pressão da opinião pública, a população de Uganda será democraticamente privada de qualquer tratamento.
PROGRAMAS SOCIAIS DEIXAM DE FORA METADE DOS MISERÁVEIS
23 de março de 2006
(Folha de São Paulo) - Estudo do IBGE releva que metade dos miseráveis do país não é atendida por programas sociais de transferência de renda, como o Bolsa Família. O trabalho, feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2004, mostra que só 50,3% das famílias com renda per capita inferior a 1/4 do salário mínimo (R$ 65 em 2004) recebiam benefícios. Da populção, 21,4% (39 milhões) eram beneficiados em 2004. Dos 8 milhões de famílias atendidas, apenas 1,1% ganhava mais de dois mínimos (R$ 520) per capita
23 de março de 2006
Ingrid Stökke
Estocolmo (Scandinavian News) - O governo social-democrata do primeiro-ministro Olaf Trölla pode cair a qualquer momento, depois que uma comissão de notáveis organizada pelo parlamento sueco concluiu que oito décadas do sistema nacional de saúde não reduziram significativamente a incidência de doenças no país. Comparado com os Estados Unidos, onde a a saúde é privada, os suecos continuam a ter índices semelhantes de câncer, doenças cardíacas, e mesmo enfermidades leves, como resfriados e problemas gástricos. Segundo o relatório final da Comissão, que provocou furor na opinião pública da Suécia, "apesar de o país ter o sistema público de saúde mais abrangente e caro do mundo desenvolvido, os suecos continuam a ficar doentes, como ocorre em países que investiram muito menos nesta área".
DISTRIBUIÇÃO DE DINHEIRO NÃO ACABA COM MISÉRIA
23 de março de 2006
Chico Otavio
(O Globo) - O dinheiro empregado em programas públicos de transferência de renda no Brasil está chegando às mãos de quem precisa, mas fazer parte da lista de quase 39 milhões de brasileiros favorecidos por eles ainda não significou estar livre da miséria. A primeira pesquisa do IBGE sobre o assunto, divulgada ontem, mostrou que 38% dos jovens de 15 a 17 anos e 36% das pessoas acima dos 60 anos de famílias favorecidas pelos programas estavam trabalhando para reforçar a renda doméstica.
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UGANDA NÃO TRATA 50% DOS PORTADORES DE HIV-AIDS
23 de março de 2006
Ologosambo Olekeé
Lagos (African Press) - Motins populares foram dispersos hoje à bala em Kampala, capital da Uganda, depois que o governo reconheceu que 50% dos portadores de HIV-Aids no país africano não recebem tratamento anti-retroviral. Uma multidão enfurecida tentou invadir o palácio do governo, e entrou em confronto com a polícia, com um saldo de 13 mortos. O governo do presidente Idi Amon RaRa prometeu suspender em poucos dias o tratamento da parcela de 50% dos ugandenses com HIV-Aids que recebe anti-retrovirais, corrigindo a injustiça, e deixando a população inteiramente sem acesso aos medicamentos, como a maior parte dos países africanos. Uganda foi pioneira em oferecer remédios gratuitos para a população com Aids, e, com ajuda internacional, elevou de zero para 50% a cobertura em dois anos. Agora, porém, sob pressão da opinião pública, a população de Uganda será democraticamente privada de qualquer tratamento.
PROGRAMAS SOCIAIS DEIXAM DE FORA METADE DOS MISERÁVEIS
23 de março de 2006
(Folha de São Paulo) - Estudo do IBGE releva que metade dos miseráveis do país não é atendida por programas sociais de transferência de renda, como o Bolsa Família. O trabalho, feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2004, mostra que só 50,3% das famílias com renda per capita inferior a 1/4 do salário mínimo (R$ 65 em 2004) recebiam benefícios. Da populção, 21,4% (39 milhões) eram beneficiados em 2004. Dos 8 milhões de famílias atendidas, apenas 1,1% ganhava mais de dois mínimos (R$ 520) per capita



2 Comments:
Ué, mas o objetivo dos suecos era NÃO FICAR MAIS DOENTES? que idéia maluca! Pensei que o objetivo de se investir em sistemas públicos de saúde fosse dar qualidade de vida e, na medida do possível, cura aos doentes, e não acabar com eles. Euhein?
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MOnix, at 10:34 AM
Monix, inventei a notícia sueca e a africana. Tentei a ironia, mas acho que ficou demasiado hermética. O que eu quis mostrar, por analogia, é que a cobertura jornalística brasileira da pesquisa sobre os programas de transferência de renda foi estúpida, tentando dar um viés negativo absurdo, no caso. Bem, eu sou criticamente a favor dos ditos programas. Eles têm muitos problemas, mas não as asneiras citadas na abertura das matérias da Folha e do Globo. Mas o assunto é tão chato que eu preferi um caminho tortuoso e enigmático. Não funcionou. Bjs
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F. Arranhaponte, at 3:25 PM
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