Que legal a geléia geral
Acabei de ouvir um trecho muito interessante de uma entrevista da Elke Maravilha na rádio MEC. O pai, russo, falava 14 línguas sem sotaque. Ela fala, aparentemente, infinitas, incluindo várias mortas. Elke discorreu sobre como o branco brasileiro é cafona, e o negro elegante. O entrevistador - "mas é claro que sim, mas é claro que sim" - vibrou. E aí ela disse que Stalin era horrível, só trevas. Já Hitler, adendou Elke, tinha um "lado de luz". O entrevistador - "hã hã, que que eu faço?" - perguntou "que lado é esse, que eu não conheço?". E ela explicou que Hitler pelo menos tratava bem do seu povo, enquanto Stalin matava de fome o seu. O entrevistador -"humm, será que eu tenho que contestar? será que vai pegar mal para mim?"- achou mais sábio mudar de assunto. Elke ainda tá lá, pontificando sobre o homem e o universo. E o entrevistador, uhn hun, uhn hun, uhn hun
P.S: Ah, esqueci a explicação histórica que Elke deu para o fenômeno preto elegante/branco cafona no Brasil. Nas nossas origens, da branquelada, só veio a "escória". Já dentre os negros vieram reis e rainhas. Uhn hun, Uhn hun
P.S: Ah, esqueci a explicação histórica que Elke deu para o fenômeno preto elegante/branco cafona no Brasil. Nas nossas origens, da branquelada, só veio a "escória". Já dentre os negros vieram reis e rainhas. Uhn hun, Uhn hun



3 Comments:
Resta saber o que os gays alemães achavam do terceiro reich. Uhn hu, uhn hun, ...
[]s
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Fernando, at 9:24 PM
Uhn hun, Uhn hun
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Ratapulgo, at 5:05 AM
O que os gays achavam? Ora, quando as coisas comecam a se encher de luz e de promessas amaioria já estava morta ou presa - vide o caso mais escandaloso com Rommel...
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menina, at 5:16 AM
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