Amazônia: modestas propostas
A humildade de reconhecer os próprios erros e limites, como ensinam as grande religões e os livros de auto-ajuda, é fundamental para o crescimento espiritual do homem, como ser individual, e dos povos e Nações. Então vamos falar sério. Enquanto a Amazônia for brasileira, o churrasquinho de mata não vai parar. Não está na nossa natureza vigiar e punir. Se, como Nação, só conseguimos resolver - isto é, elucidar e condenar os responsáveis – uma ínfima parcela de 3% dos assassinatos, como esperar que cuidemos de árvores que nem ao menos têm familiares chorosos cobrando ação enérgica da Justiça? É por isto que devemos vender a Amazônia aos Estados Unidos. Não acho que seja garantia de que a Amazônia não continuará a crepitar. Os americanos estão longe de ser ecologicamente perfeitos. Mas penso que as perspectivas em geral melhorariam para plantas, bichos e curumins. E por que não vender para os europeus, vocês devem estar se perguntando. Sondagens iniciais, conduzidas por mim mesmo, indicam que o preço máximo que os velho-mundistas unhas-de-fome pagariam seria ridículo. Entre as principais vantagens de se vender a Amazônia, eu citaria apenas três inicialmente, para lançar o debate:
1) Poderíamos passar no free-shop na volta de viagens turísticas à região
2) Seriam validados os livros escolares americanos, que mostram o Brasil sem a Amazônia. O custo para o governo americano de reimprimir dezenas de milhões de livro, caso a Amazônia não fosse vendida, pode ser aduzido ao preço
3) A Zona Franca seria extinta, o que significaria uma poupança de bilhões de reais em subsídios para o governo brasileiro
PS: Uma proposta alternativa seria a de concretar a Amazônia, para construir a maior pista de skate do mundo. O projeto, obviamente, ficaria a cargo do nosso concretador-mor, Oscar "me gusta Stalin" Niemeyer
1) Poderíamos passar no free-shop na volta de viagens turísticas à região
2) Seriam validados os livros escolares americanos, que mostram o Brasil sem a Amazônia. O custo para o governo americano de reimprimir dezenas de milhões de livro, caso a Amazônia não fosse vendida, pode ser aduzido ao preço
3) A Zona Franca seria extinta, o que significaria uma poupança de bilhões de reais em subsídios para o governo brasileiro
PS: Uma proposta alternativa seria a de concretar a Amazônia, para construir a maior pista de skate do mundo. O projeto, obviamente, ficaria a cargo do nosso concretador-mor, Oscar "me gusta Stalin" Niemeyer



3 Comments:
Muito ruim o post. Tanta coisa que nem vou comentar minuciosamente. Não é a toa que têm tão poucos comentaríos
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Paulo Rená, at 5:40 PM
È, esse nao foi muito bom mesmo. Mas o outros estao divertidissimos! Em alguns cheguei a chorar de rir!
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Anônimo, at 6:06 PM
oba, críticas construtivas! Prometo me esforçar mais nos próximos. Sacumé, todo mundo está sujeito a um passo em falso. Voltem sempre
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F. Arranhaponte, at 6:38 PM
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